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Um design escultural

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maio 06 2018

Disponível em diversas madeiras tropicais, o banco ‘Sela‘ tem design dos mais especiais.

Praticamente uma escultura, o banco “Sela” do designer fluminense Ricardo Graham já correu mundo: desde quando foi criado percorreu exposições e mostras de design de Paris a Liubliana – capital da Eslovênia – sem esquecer-se do Salão do Móvel de Milão, no ano passado (e neste ano também). Mas ele tem muito mais a contar.

Detalhe do assento e a peça inteira em madeira ‘Roxinho‘.

Pode ser fabricado em diversas madeiras maciças tropicais: “Roxinho”, “Pau Rainha”, ‘Sucupira’ e ‘Peroba do Campo de demolição’. É uma peça de marcenaria de primeira, feita à mão, “alegre e genuíno!” como diz o site de “O Ebanista“, nome que o designer encontrou para sua empresa. Seu assento é de um refinamento que lembra de fato mais uma escultura do que um trabalho de simples marcenaria. Belo e confortável, sua forma e sua altura favorecem o bom apoio da bacia. É resultado de uma minuciosa elaboração manual e de um acabamento ultra sofisticado. E como o mesmo site destaca “sentar-se nele é uma experiência super estimulante“.

Em um ‘pot-pouri‘ de madeiras e visuais.

Em agosto de 2015 o banco ‘Sela’ foi premiado no Salão Design e pelo Serviço Florestal Brasileiro pelo uso de madeiras alternativas, e em outubro de 2014 foi premiado em São Paulo pelo Museu ‘A CASA’, e desde então faz parte de seu acervo permanente. Quer peça de design genuinamente brasileiro mais valiosa?